david

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

amo erikinha quando sedo volta pra casa
ha! a casa fica toda em festa.
ela me leva para passear
na ilusão.
de meu coração faz
seu brinquedo
a tarde ela pinta de vermelho
meu rosto na porta
quando sai nunca me diz adeus
e me faz sonhar
acordo cansado daquele banquinho verde
no qual me fez esperar
já é hora de chorar
(David Paixão)

sábado, 8 de janeiro de 2011


traga me uma rosa traga me sem espinhos tenho mas lembranças dai meu medo meu segredo. em finas pétalas macia deixei meu sangue
naquela dor naquele amor
esqueci quem sou dp

enquanto você passeava na causada fingi não ver
mas meus olhos brilhavam naquela chuva fina
sua pele macia transparecia
em seu vestido de seda
ah aquela calcinha de renda vermelha
era como um chamado
para o pecado
ainda bem que passou o trem
dp

ando de braços dados com a sorte
talvez seja a grande razão de ter encontrado você
em meio este barulho do tempo
que grita bem cedo
ando apavorado imaginando que me esqueça.
este barulho do bar a beira mar
pode te levar pra qualquer lugar
dai eu brigarei com a sorte ate a morte dp

o bem e o mal são vizinhos suas portas receptivas confundem os mais sábios viajantes devido suas aparências que um imita o outro dp

enquanto eu orava anjos sussurravam baixinho em meu ouvido
e me dizia olhe para o céu bem a traz do véu além das estrelas
há muitas belezas cuja seus horizontes infinitos são vistos pela fé
é neste mundo que brota um lindo jardim
das sementes lançadas com amor na caridade
vi então uma linda cidade dp